Vivendo a melhor situação financeira de sua centenária história, o Flamengo se acostumou a investir pesado em reforços nas últimas temporadas. Nesta não foi diferente, com o Rubro-Negro colocando a mão no bolso para voltar a conquistar títulos após um 2023 de decepções com incríveis cinco vice-campeonatos seguidos.
Para mudar o cenário, o clube iniciou a primeira janela de transferência do ano investindo mais de R$ 77 milhões para contratar um velho desejo: o meia Nico De La Cruz, então destaque do River Plate. Para tirá-lo do tradicional clube argentino, o Flamengo não se importou em depositar o valor de sua multa rescisória.
Semanas depois, foi a vez do experiente lateral Matías Viña, dono de importante passagem pelo Palmeiras dentro do futebol brasileiro, desembarcar na Gávea por 8,1 milhões de euros, valor aproximado de R$ 43,5 milhões, junto à Roma. Atualmente lesionado, Viña soma um gol e duas assistências em 22 jogos.
Mas engana-se quem pensa que o Flamengo parou de gastar na segunda janela do ano. Na realidade, o cenário foi completamente diferente. No início de setembro, o clube anunciou a chegada do meia Carlos Alcaraz por sonoros R$ 110,6 milhões. Valor este que tornou o argentino a compra mais cara da história rubro-negra.
As contratações mais caras do Flamengo
- Alcaraz – R$ 110,6 milhões em 2024
- Pedro – R$ 88,2 milhões em 2020
- Gerson – R$ 85,7 milhões em 2023
- Arrascaeta – R$ 79,5 milhões em 2019
- De La Cruz – R$ 77,7 milhões em 2024
- Gabigol – R$ 78,6 milhões em 2020
- Cebolinha – R$ 73 milhões em 2022
- Gerson – R$ 49,7 milhões em 2019
- Luiz Araújo – R$ 48 milhões em 2023
- Vitinho – R$ 44 milhões em 2018
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